Escolher um software de gestão de ativos públicos vai muito além de uma decisão técnica. Trata-se de uma escolha inteligente, que influencia diretamente a eficiência da operação, o cumprimento de contratos e a capacidade de atender diferentes municípios sem perder controle ou qualidade.
Em um cenário cada vez mais exigente, marcado por cobranças por transparência, rastreabilidade e entrega de resultados, contar com uma plataforma robusta deixou de ser um diferencial. Hoje, é uma condição básica para quem precisa gerir infraestrutura urbana com segurança e previsibilidade.
Ao longo deste artigo, você vai entender quais critérios realmente importam na hora de avaliar e comparar soluções de gestão de ativos, e como tomar uma decisão mais consciente, alinhada à eficiência operacional, ao compliance e à escala contratual.
Leia também: O que é expansão urbana e cidades sustentáveis
O que é um software de gestão de ativos públicos e por que ele impacta contratos e resultados
A gestão de ativos públicos envolve o controle, o monitoramento e a manutenção de todos os bens que sustentam os serviços urbanos. Isso inclui pontos de iluminação pública, árvores, equipamentos de saneamento, semáforos, vias, caixas de telecomunicações e outros ativos distribuídos pela cidade.
Quando essa gestão é feita com apoio de um software de gestão de ativos, os benefícios são claros:
- Cumprimento rigoroso de SLAs e metas contratuais
- Redução de falhas operacionais e retrabalho
- Maior vida útil dos ativos
- Previsibilidade de custos e investimentos
- Segurança em auditorias e fiscalizações
Na prática, a qualidade da gestão de ativos influencia diretamente os resultados operacionais, financeiros e contratuais de concessionárias, PPPs e órgãos públicos.
Por que planilhas e sistemas isolados não sustentam operações públicas complexas
Muitas operações ainda utilizam planilhas ou sistemas desconectados para controlar ativos e serviços. Esse modelo pode até funcionar em operações pequenas, mas se torna inviável em cenários de maior escala.
Entre os principais problemas estão:
- Falta de rastreabilidade histórica dos ativos
- Dificuldade para consolidar dados operacionais
- Risco elevado de erros manuais
- Baixa visibilidade para gestores e fiscalizadores
- Dificuldade de atender exigências contratuais e normativas
Um sistema centralizado de gestão de ativos públicos ajuda a eliminar esses gargalos ao reunir, em uma única plataforma, dados operacionais, equipes de campo, ordens de serviço e relatórios gerenciais.
Critérios para escolher um software de gestão de ativos públicos
Para sustentar operações públicas em escala, o software de gestão de ativos precisa atender requisitos técnicos, operacionais e contratuais.
Avaliar critérios claros ajuda a comparar soluções com mais objetividade e reduzir riscos na escolha da plataforma.
A seguir, reunimos os principais pontos que devem ser considerados na seleção de um sistema de gestão de ativos públicos.
Critério 1: Centralização e rastreabilidade dos ativos
O primeiro critério essencial na escolha de um software de gestão de ativos é a capacidade de centralizar todas as informações em um único ambiente, com rastreabilidade completa.
Na prática, isso significa que cada ativo, como pontos de iluminação pública, árvores, bocas de lobo ou caixas de telecom/internet deve possuir:
- Identificação única
- Localização georreferenciada
- Histórico de manutenções
- Registro de intervenções realizadas
- Associação com contratos e municípios
Essa rastreabilidade é fundamental para comprovar serviços executados, justificar investimentos e responder rapidamente a auditorias e fiscalizações.
Critério 2: Gestão de equipes de campo integrada
Um bom sistema de gestão de ativos públicos precisa ir além do cadastro de bens e integrar a operação de campo.
Isso inclui a capacidade de:
- Criar e despachar ordens de serviço
- Acompanhar a execução em tempo real
- Registrar quais equipamentos e materiais foram utilizados em cada atendimento
- Associar equipes, técnicos e ativos atendidos
Com uma plataforma de gestão de ativos integrada ao aplicativo de campo, o gestor tem visibilidade total da operação, reduz deslocamentos desnecessários, melhora a produtividade das equipes e garante que cada serviço esteja corretamente documentado.
Critério 3: Relatórios técnicos para auditoria
Relatórios não são apenas uma exigência administrativa, eles são uma necessidade contratual.
Um software de gestão de ativos públicos deve permitir a geração automática de relatórios técnicos que comprovem:
- Serviços executados por período
- Tempo de atendimento e resolução
- Materiais aplicados
- Ativos atendidos
- Conformidade com SLAs
Esses relatórios são fundamentais para auditorias, prestações de contas, fiscalizações e renovações contratuais.
Quanto mais automatizado e confiável for o relatório, menor o risco operacional e jurídico.
Critério 4: Escalabilidade para múltiplos contratos e municípios
Operações públicas raramente se limitam a um único contrato ou município. Por isso, a escalabilidade é um fator decisivo.
Uma plataforma de gestão de ativos preparada para crescimento deve permitir:
- Gestão simultânea de múltiplos contratos
- Separação clara de dados por município
- Despacho inteligente de ordens de serviço para múltiplas equipes
- Uso de inteligência artificial para otimizar rotas e atendimentos
Além disso, sistemas de gestão integrada facilitam a expansão da atuação. Com a Exati, por exemplo, é possível gerenciar em uma única plataforma operações de iluminação pública, arborização urbana, manutenção viária, saneamento, telegestão e outros serviços de infraestrutura urbana.
Critério 5: Aderência às normas técnicas e exigências contratuais
O software de gestão de ativos públicos precisa estar alinhado às normas técnicas e aos indicadores exigidos em contrato.
No caso da iluminação pública, por exemplo, é essencial monitorar indicadores como:
- Tempo médio de atendimento
- Percentual de falhas recorrentes
- Disponibilidade do parque de iluminação
- Cumprimento de SLAs
Um sistema que já nasce aderente a essas exigências reduz riscos contratuais e facilita a relação com o poder concedente.
Critério 6: Integração com outros sistemas e fontes de dados
Por fim, um software de gestão de ativos públicos eficiente não pode operar de forma isolada. Em operações de infraestrutura urbana, os dados estão distribuídos em diferentes sistemas, canais e tecnologias.
Por isso, a capacidade de integração é um critério essencial na escolha da plataforma.
Na prática, a gestão de ativos precisa se conectar com:
- Sistemas financeiros e ERPs, para controle de custos, materiais, contratos e centros de custo
- Canais de atendimento ao cidadão, como portais, aplicativos, call center e WhatsApp
- Sistemas de telegestão e IoT, especialmente em iluminação pública, para monitoramento em tempo real
- Bases geográficas (GIS), garantindo visualização espacial precisa dos ativos
- Ferramentas de BI e analytics, para análise de desempenho, indicadores e tomada de decisão estratégica
Quando essas integrações não existem, a operação passa a depender de exportações manuais, retrabalho e conciliações constantes, o que aumenta o risco de erros, atrasos e inconsistências em auditorias.
Como a Exati atende a esses critérios na prática
A Exati é uma plataforma de gestão de ativos desenvolvida especificamente para operações de infraestrutura urbana complexas.
Na prática, a solução oferece:
- Centralização e rastreabilidade completa dos ativos
- Gestão integrada de equipes de campo
- Despacho inteligente de ordens de serviço com apoio de IA
- Relatórios técnicos prontos para auditoria
- Escalabilidade para múltiplos contratos e municípios
- Gestão integrada de iluminação pública, arborização, saneamento, manutenção viária, telegestão e outros serviços
Com a Exati, empresas e órgãos públicos conseguem aumentar a eficiência operacional, reduzir riscos contratuais e escalar suas operações com segurança e previsibilidade.
Conclusão: 6 critérios essenciais para escolher um bom software de gestão de ativos públicos
Escolher um software de gestão de ativos públicos vai muito além da tecnologia: é uma decisão estratégica que impacta contratos, resultados e a qualidade dos serviços prestados à população.
Ao considerar critérios como centralização, gestão de equipes, relatórios, escalabilidade e aderência normativa, você garante uma escolha mais segura e alinhada às exigências da gestão de infraestrutura urbana moderna.
Soluções desenvolvidas especificamente para a realidade da infraestrutura urbana, como a Exati, permitem atender essas exigências de forma estruturada, reduzindo riscos contratuais e garantindo eficiência, transparência e capacidade de crescimento para operações públicas e concessionárias.
Quer entender como a Exati pode se adaptar à realidade da sua operação?

6 critérios essenciais para escolher um bom software de gestão de ativos públicos
Exati
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