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Indicadores Operacionais na Iluminação Pública: como medir o sucesso além da economia de energia
Gestão da Iluminação Pública

Indicadores Operacionais na Iluminação Pública: como medir o sucesso além da economia de energia 

A gestão moderna de iluminação pública passou a ser orientada por indicadores operacionais capazes de traduzir desempenho, confiabilidade e conformidade técnica em dados objetivos e auditáveis.

Por isso, medir o sucesso da iluminação pública exige uma visão muito mais ampla do que apenas comparar a fatura de energia antes e depois da implantação da iluminação de LED

Logo nos primeiros meses de operação, gestores percebem que a economia financeira, embora relevante, não garante sozinha qualidade do serviço, segurança jurídica nem satisfação da população. 

Nesse contexto, os KPIs tornam-se o principal instrumento para avaliar se o parque de iluminação realmente entrega valor ao município. Eles permitem acompanhar disponibilidade, tempo de resposta, reincidência de falhas, qualidade fotométrica e eficiência operacional, criando uma base sólida para decisões estratégicas. 

Neste artigo:

O que são indicadores operacionais na gestão de iluminação pública

Os indicadores operacionais são métricas que traduzem o funcionamento real do serviço de iluminação pública em números confiáveis. Eles medem desde a disponibilidade do parque até a eficiência das equipes de campo, permitindo ao gestor compreender o desempenho da operação de forma contínua e comparável ao longo do tempo. 

Diferentemente de avaliações subjetivas ou inspeções pontuais, esses indicadores criam um retrato fiel da rotina operacional.

Na prática, os indicadores operacionais estruturam a gestão baseada em desempenho. Em contratos tradicionais ou em modelos de Parceria Público-Privada (PPP), eles são utilizados para comprovar cumprimento de obrigações contratuais, calcular penalidades, validar pagamentos e reduzir riscos jurídicos. 

Sem esses indicadores, o gestor fica limitado a percepções isoladas, o que compromete a transparência e a governança do serviço.

Economia de energia com lâmpada LED e melhora em indicadores operacionais de iluminação pública

Por que a economia de energia não é o único indicador de sucesso?

A economia de energia foi, por muitos anos, o principal argumento para a modernização dos parques de iluminação. De fato, a substituição de luminárias convencionais por LED reduz o consumo e impacta positivamente o orçamento municipal. No entanto, esse indicador analisa apenas o custo energético e ignora a qualidade do serviço prestado ao cidadão.

Quando a gestão se limita à economia, surgem riscos relevantes. Luminárias subdimensionadas, projetos luminotécnicos inadequados e manutenção reativa podem gerar vias mal iluminadas, aumento de falhas e exposição jurídica do município. 

Por isso, indicadores operacionais e de qualidade tornam-se indispensáveis para garantir que a economia venha acompanhada de segurança, conformidade normativa e eficiência operacional.

6 indicadores operacionais essenciais para acompanhar

O acompanhamento de KPIs básicos permite ao gestor estruturar um painel mínimo de controle da operação. Esses indicadores oferecem uma visão clara sobre a capacidade de resposta, a produtividade das equipes e o nível de serviço entregue à população. 

Antes de analisar métricas mais avançadas, é fundamental garantir consistência nesses KPIs essenciais.

Esses indicadores também funcionam como base para auditorias, verificações independentes e relatórios contratuais. Quando monitorados de forma sistemática, ajudam a identificar gargalos, reduzir retrabalho e orientar ações corretivas com maior precisão.

1 – Número de ocorrências por prazo

O indicador de número de ocorrências por prazo mede quantos chamados são atendidos dentro ou fora do tempo estabelecido em contrato. Ele permite avaliar se a operação consegue cumprir os SLAs definidos para diferentes níveis de criticidade, como ocorrências emergenciais, críticas ou rotineiras.

Ao analisar esse KPI, o gestor identifica rapidamente falhas de planejamento ou de execução. Um volume elevado de ocorrências fora do prazo indica risco de penalidades contratuais, além de impacto direto na percepção do serviço pela população.

2 – Atendimentos por equipe

O KPI de atendimentos por equipe avalia a produtividade das frentes de trabalho em campo. Ele considera quantos pontos de iluminação são atendidos por equipe em determinado período, permitindo comparações objetivas entre diferentes times.

Esse indicador é essencial para equilibrar carga de trabalho, identificar necessidades de treinamento e otimizar o uso de recursos. Diferenças significativas de produtividade podem sinalizar problemas de rota, logística ou capacitação técnica.

3 – Origem das solicitações

A origem das solicitações revela por quais canais os chamados são abertos, como aplicativo do cidadão, call center, integração com sistemas municipais ou telegestão. Esse KPI ajuda a entender o comportamento do usuário e a eficiência dos canais de atendimento.

Com essa informação, o gestor pode incentivar canais mais eficientes e reduzir custos operacionais. Solicitações com geolocalização e registro fotográfico, por exemplo, tendem a reduzir erros de atendimento e retrabalho em campo.

4 – Chamados pendentes

O indicador de chamados pendentes mostra o volume de ordens de serviço abertas e ainda não concluídas. Ele oferece uma visão imediata do backlog da operação e do risco de acúmulo de demandas.

Manter esse KPI sob controle é fundamental para evitar efeito cascata nos prazos de atendimento. Um número crescente de chamados pendentes sinaliza necessidade de reforço de equipes, ajustes de rota ou revisão de processos.

5 – Disponibilidade do sistema

A disponibilidade do sistema mede o percentual do parque de iluminação em funcionamento dentro do período exigido. Esse é um dos indicadores mais relevantes na gestão da iluminação pública, especialmente em contratos de PPP.

A indisponibilidade prolongada de pontos de luz impacta diretamente a segurança viária, a percepção de segurança e a remuneração contratual. Por isso, esse KPI costuma ter peso elevado nos mecanismos de pagamento por desempenho.

6 – SLA de atendimento

O SLA de atendimento consolida o cumprimento dos prazos máximos definidos para cada tipo de ocorrência. Ele não avalia apenas se o chamado foi atendido, mas se foi resolvido dentro do tempo acordado.

Esse indicador conecta operação, contrato e qualidade do serviço. Um bom desempenho em SLA reduz riscos financeiros, fortalece a relação com o poder concedente e melhora a confiança do cidadão no serviço de iluminação pública.

Indicadores operacionais em contratos PPP

Nos contratos de PPP, os indicadores operacionais assumem papel central na remuneração da empreiteira de energia elétrica. A lógica deixa de ser baseada em insumos e passa a ser orientada por desempenho mensurável. Cada métrica reflete uma obrigação contratual e possui impacto financeiro direto.

Essas métricas exigem sistemas de medição robustos, capazes de registrar eventos em tempo real e gerar relatórios auditáveis. Sem essa estrutura, o acompanhamento contratual se torna frágil e sujeito a disputas.

Algumas das métricas são: 

Disponibilidade do parque de iluminaçãoMedida pelo percentual de pontos em funcionamento, essa métrica é um dos principais indicadores contratuais. Ela reflete a capacidade da empresa contratada de manter o serviço ativo de forma contínua e confiável.
Tempo Médio de Detecção de falhas e reparosO tempo médio de detecção de falhas e o tempo médio de reparo complementam essa análise, mostrando não apenas se a falha ocorreu, mas quão rapidamente foi identificada e solucionada. Esses indicadores incentivam o uso de tecnologia e monitoramento proativo.
Taxa de reincidênciaA taxa de reincidência de falhas por ponto avalia a qualidade do reparo executado. Um índice elevado indica retrabalho, falhas de diagnóstico ou uso de materiais inadequados, comprometendo a eficiência da operação.
Ordens de serviço concluídasOutro KPI crítico é o percentual de ordens de serviço concluídas dentro do prazo contratual. Ele consolida desempenho operacional e disciplina de execução, sendo amplamente utilizado no cálculo de penalidades e bônus.
Eficiência energéticaA eficiência energética alcançada permanece relevante, mas agora é analisada em conjunto com outros indicadores. Ela considera a redução real de consumo após modernização ou implantação de telegestão, validando as premissas do projeto.
Conformidade fotométricaA conformidade fotométrica garante que os níveis de iluminância e uniformidade atendam às exigências da ABNT NBR 5101. Esse indicador protege o município de passivos jurídicos e assegura qualidade visual das vias.
SLA de atendimentoO SLA de atendimento por criticidade permite diferenciar prazos conforme o risco associado à ocorrência. Já o índice de cumprimento das metas contratuais consolida todos esses KPIs em uma visão global de desempenho.

O papel da tecnologia na coleta de dados

A complexidade dos indicadores operacionais torna inviável qualquer tentativa de controle manual. A tecnologia passa a ser o elemento central para coleta, consolidação e análise de dados, garantindo rastreabilidade e confiabilidade das informações.

Sistemas de gestão integrada permitem registrar chamados, monitorar equipes, controlar materiais e calcular automaticamente os KPIs exigidos em contrato. 

No caso da iluminação pública, o software da Exati atua como núcleo operacional, conectando campo, gestão e verificação independente.

Com dashboards personalizados, o gestor acompanha indicadores em tempo real e identifica desvios antes que se transformem em multas ou falhas graves. A integração com telegestão, aplicativos de campo e canais de atendimento ao cidadão amplia a precisão dos dados e fortalece a governança do serviço.

Ao centralizar informações e automatizar indicadores operacionais, a tecnologia transforma a iluminação pública em um serviço mensurável, transparente e orientado a resultados. Mais do que economia de energia, o sucesso passa a ser definido pela qualidade entregue diariamente à população.

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