É incrível como o avanço da tecnologia consegue proporcionar vários benefícios para a sociedade, muitos que há pouco tempo eram até inimagináveis. Um exemplo interessante de desenvolvimento tecnológico que extrapola a vida pessoal e no trabalho são as cidades inteligentes o que é preciso. Seja na Gestão de Iluminação Pública, seja na aplicação de práticas de sustentabilidade, as cidades inteligentes facilitam a vida dos cidadãos e diminuem custos dos gestores. Além disso, não são apenas grandes centros urbanos que usufruem dessas vantagens. Como no mundo digital não há fronteiras, cidades do interior também podem incorporar essas tecnologias.

Neste post, você vai conhecer as principais características das cidades inteligentes e entender o papel de novas tecnologias de iluminação pública nesse modelo. Confira!

Cidades inteligentes: O que é

No passado, era comum um modelo de desenvolvimento embasado apenas em progredir, não importando quais seriam as consequências. Em outras palavras, a infraestrutura era criada de forma pouco responsável e sem visão, deixando em segundo plano tanto o meio ambiente, quanto as pessoas.

Com uma metodologia desenvolvimentista totalmente diferente, cidades inteligentes são aquelas que conseguem alinhar avanços tecnológicos com o progresso social e ambiental, com a ajuda de tecnologias digitais e disruptivas. Assim, seus cidadãos têm acesso aos melhores serviços públicos e a uma melhor qualidade de vida.

Exemplificando, as principais características das cidades inteligentes são:

Eficiente mobilidade

Centros urbanos inteligentes empregam avançada tecnologia nos seus sistemas de controle de transporte público. Dessa forma, é possível identificar e relacionar alguns padrões, como o fluxo de carros nas vias, número de pessoas que dependem dos meios públicos de locomoção, tempo de espera nos semáforos etc.

Tudo isso é feito a partir de informações e dados que vêm da conectividade e do sensoriamento dos indicadores de tráfego.

Gestão de Iluminação Pública moderna

Fundamental entre as características de uma cidade inteligente, é inimaginável pensar hoje em um centro urbano moderno onde não haja uma iluminação pública desenvolvida.

Uma cidade inteligente oferece a seus cidadãos uma iluminação pública automatizada, definida basicamente pela integração eficiente entre os sistemas de monitoramento e demandas de manutenção.

Práticas de sustentabilidade

No campo da sustentabilidade, podemos destacar práticas como a reciclagem de materiais que antes eram descartados (entulhos de obras, como gesso e concreto) e o adequado despejo de resíduos industriais (em estações de tratamento designadas pela prefeitura).

Assim, cidades inteligentes são caracterizadas tanto pelas construções realizadas por meio de materiais recicláveis quanto pelos locais onde há o processamento do lixo urbano. Dessa forma, é garantida a preservação dos lençóis freáticos e pode-se minimizar a poluição do solo.

Qual é a relação entre planejamento urbano e cidades inteligentes?

Não faz sentido investir em tecnologia para tornar uma cidade inteligente sem o mínimo de planejamento urbano. Esses dois conceitos devem ser aplicados de maneira conjunta, pois o desenvolvimento e a aplicação de técnicas modernas de gestão estão diretamente relacionados ao nível de organização urbana da cidade.

Para melhor compreensão, imagine que um centro urbano passe a implementar no seu controle de tráfego de veículos as técnicas de monitoramento de uma cidade inteligente, com a implantação de sensores nas vias, semáforos e o aperfeiçoamento da coleta de dados.

Se esse aparato estiver aplicado em uma cidade que ainda apresenta problemas estruturais, não há tecnologia que consiga melhorar o trânsito.

 

Quais são as principais vantagens das cidades inteligentes?

São várias as vantagens proporcionadas por uma cidade inteligente, desde a disponibilização de Wi-Fi público de alta velocidade para a população até a integração dos sistemas de controle e monitoramento da iluminação pública.

Como benefícios, também podemos citar:

  • modernização do transporte público (desde a integração eficiente entre modais até o desenvolvimento de meios de transportes menos poluentes);
  • agilidade para a execução dos serviços de emergência, essencialmente devido a uma melhor gestão de processamento de informação, gerando assim um curto tempo de resposta;
  • aumento na eficiência do uso de recursos naturais (água, petróleo, carvão mineral etc.), uma vez que há a reciclagem;
  • melhoria nos meios de comunicação, com a disponibilização para a população de mais canais de troca de informações;
  • redução do uso de papéis, já que o arquivamento de documentos é feito principalmente de forma digital.

Por que a iluminação é fundamental nesse modelo?

Em diversas cidades do mundo (vale destacar que não importa o tamanho da população, tampouco o alto poder aquisitivo), a Gestão do Parque de Iluminação Pública é um dos primeiros conceitos a ser implantado quando se almeja tornar uma cidade inteligente.

Um dos principais motivos que proporcionaram essa transformação é a nova forma com que as prefeituras vêm operando este serviço, por meio de modelos de Parceria Público-Privada (PPP).

É importante lembrar que a Gestão do Parque de Iluminação Pública não está restrita apenas a questões da qualidade da iluminação. Ela engloba outros aspectos que geram vários benefícios, tanto para a população quanto para os cofres públicos, como:

  • eficiência energética, a partir de lâmpadas que oferecem mais luminosidade e menos consumo de energia elétrica;
  • aumento da segurança em locais onde não havia luz e consequentemente eram mais propícios às práticas de vandalismo;
  • aperfeiçoamento do controle logístico da região, por meio da instalação de câmeras inteligentes, capazes de detectar acidentes de trânsito, características do fluxo de carros, incêndios etc;
  • alteração da intensidade luminosa de acordo com o horário do dia ou a partir da detecção de movimentos;
  • medição de importantes parâmetros ambientais, como temperatura, umidade relativa do ar, qualidade do ar, intensidade sonora e entre outros;
  • disponibilização de internet gratuita para a população, melhorando assim os serviços públicos de telecomunicações.

Agora você já conhece melhor as cidades inteligentes e descobriu os seus impactos positivos na qualidade de vida das pessoas.

 

Com a ajuda da tecnologia, todos os serviços públicos melhoram porque é gerada uma enorme quantidade de dados e muitos processos são automatizados. A iluminação pública, a coleta de lixo, a administração da rede escolar e o trânsito são exemplos de áreas que só tem a ganhar com a implementação de cidades inteligentes.

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