A adoção da gestão participativa é uma das grandes apostas nas organizações modernas e não poderia ser diferente no contexto das cidades.

O modelo é fundamental para que gestores públicos ou privados aproveitem ao máximo a expertise de seus colaboradores e, no caso dos centros urbanos, os conhecimentos e opiniões daqueles que habitam ou fazem uso da região para moradia, comércio ou lazer.

Além de estimular discussões sobre temas relevantes que podem resultar em novas estratégias, o modelo de gestão participativa potencializa os resultados das ações desenvolvidas.

Continue a leitura e saiba mais sobre o modelo que é tendência mundial, independentemente do setor em que você atua.

O conceito de gestão participativa

Resumidamente, a gestão participativa nada mais é que a integração e o diálogo de toda a equipe na busca de um objetivo em comum: a melhoria de estratégias e processos.

Desse modo, as decisões são tomadas em conjunto e considerando os diferentes fatores que influenciam nas ações, que passam a ganhar visibilidade a partir das contribuições daqueles que até então estavam distantes da administração.

Nesse modelo, cada funcionário ou colaborador é parte essencial para o desenvolvimento e prosperidade do negócio. No contexto urbano, essas pessoas podem ser consideradas agentes transformadores da realidade!

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3 grandes vantagens do modelo

O modelo de gestão participativa é uma solução simples, sem custo algum e que pode ser implementada em qualquer organização ou gestão pública, trazendo benefícios em todas as esferas.

Uma das grandes vantagens de aplicá-lo é o maior nível de engajamento de todos os envolvidos no processo. A partir do momento que acontece a integração de ideias e seu alinhamento é muito mais fácil que o colaborador se identifique com a empresa e realize suas atividades de forma mais séria e comprometida.

Além disso, sabendo da abertura à participação, costumam estar mais atentos aos problemas do dia a dia e sua resolução.

E por falar no dia a dia, a comunicação e a troca de informações também são impactadas positivamente. Essa é a segunda grande vantagem, que permite a construção de uma estrutura de trabalho mais eficiente.

Imagine, por exemplo, os serviços de manutenção viária, podas da arborização urbana e troca de luminárias da iluminação pública. A partir de uma boa comunicação, seja entre equipes e gestores ou, então,  população e atendimento de call center, os serviços são executados de forma ágil.

Isso representa uma redução significativa no prazo de atendimento das solicitações, redução de custos e demais questões que podem ser ampliadas com a utilização de um software de gerenciamento.

Já o terceiro benefício está relacionado diretamente a produtividade e crescimento. Além de mais atentos, colaboradores passam a dedicar-se mais na identificação e resolução dos problemas. Como consequência, aumenta-se a produtividade.

Quanto mais se produz, mais se cresce. E essa experiência toda em campo também é revertida em crescimento, afinal, todo feedback sobre as ações pode resultar em melhorias nos processos.

De modo geral, a gestão participativa estimula o compartilhamento de responsabilidades e méritos, fatores que auxiliam no crescimento da empresa e no desenvolvimento da cidade.

Um instrumento para cidades mais inclusivas

Como você viu anteriormente, a colaboração de todos os envolvidos na organização pode sim ser um trunfo para gestores que desejam melhorar processos diários e alcançar resultados positivos.

Já quando nos referimos à gestão pública, uma das possibilidades para as lideranças serem mais assertivas em seus projetos são as chamadas audiências públicas.

De modo geral, esse tipo de reunião popular segue 3 passos fundamentais. Veja:

1) Constatar uma demanda: Identificação de uma demanda na comunidade, como a recuperação de uma via esburacada ou a necessidade de modernização das luminárias.

2) Abrir uma consulta: Abrindo uma consulta pública, a gestão consegue entender se realmente a demanda é necessária, analisando todos os argumentos favoráveis e contrários.

3) Planejamento da obra: Após identificado o problema e sua necessidade de correção para melhoria geral do local, dá-se início ao planejamento estratégico para, então, realizar as obras, geralmente por meio de concessões e parcerias público-privadas (PPPs).

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Como você viu , a gestão participativa pode ser aplicada sem qualquer receio. Afinal, toda e qualquer medida que vise o melhor convívio no ambiente de trabalho e, claro, mais assertividade nas ações são muito bem-vindas.

E vale destacar ainda que a tecnologia aplicada nas organizações e gestão pública podem potencializar a gestão participativa. Hoje, existem soluções inteligentes que facilitam essa comunicação entre os setores de forma rápida e prática.

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